O mundo à beira de uma calamidade global causada por excesso de plásticos

Na lanchonete, pedi a lata de refrigerante e, junto, veio o canudo.

Eu iria pegá-lo, rasgar a embalagem de papel fino, jogar no lixo. Iria usá-lo só um pouco porque, de verdade, não gosto de beber refrigerante no canudo. Seria só por hábito mesmo, ou para não deixar de aceitar algo que me deram. E iria abandoná-lo logo depois, também no lixo. Seria quase um ato reflexo.

Mas, desta vez, a imagem da baleia morta entalada com plástico na Tailândia novamente veio à minha cabeça e eu desisti. Disse à moça que não queria o canudo, que também não queria copinho. Limpei Leia tudo…

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